Crédito não começa no banco. Começa pelo que você quer fazer com o dinheiro.

Comprar um imóvel, investir na empresa, reorganizar compromissos ou aproveitar uma oportunidade são decisões diferentes. Luiz entende o objetivo, organiza o caso e acompanha a busca por um caminho financeiro coerente com o seu momento.

Home Equity Capital de giro Consórcio
Luiz Márcio, Personal Banker associado à Franq
Luiz MárcioPersonal Banker

Quando procurar Luiz

Chegue pelo seu objetivo. Não precisa chegar sabendo o nome do produto.

O trabalho começa entendendo a decisão que está diante de você. Só depois entram modalidade, instituição, prazo, garantia e documentação.

Para empresas e sócios

Quero dar fôlego ao caixa ou financiar uma oportunidade.

Expansão, estoque, operação, antecipação de recebíveis ou um investimento que precisa ser comparado com a capacidade de pagamento do negócio.

Para quem tem patrimônio

Tenho um imóvel e quero transformar parte desse patrimônio em recurso.

Luiz ajuda a avaliar finalidade, custo, prazo e risco antes de encaminhar uma operação de crédito com garantia de imóvel.

Para quem quer adquirir

Quero comprar, construir, reformar ou planejar uma aquisição.

Financiamento e consórcio atendem lógicas diferentes. A conversa serve para entender urgência, orçamento e horizonte de decisão.

Para quem recebeu um não

Minha proposta foi negada e eu preciso entender o que aconteceu.

Uma negativa não garante que exista outra saída, mas pode revelar documentação, composição ou momento que precisam ser revistos com responsabilidade.

O papel do Personal Banker

Ele não entrega uma lista de ofertas. Organiza o caminho até a análise.

O cliente normalmente chega pensando em capital de giro, refinanciamento, consórcio ou financiamento. Luiz começa antes: pergunta o que o dinheiro precisa resolver, de quanto o cliente precisa, em que prazo e qual compromisso realmente cabe no orçamento.

A partir disso, ele ajuda a organizar renda, garantias e documentos, leva o caso às instituições parceiras adequadas e acompanha as respostas. Não é Luiz quem aprova o crédito — mas é ele quem permanece na conversa para explicar o andamento e os próximos passos.

DiagnosticarCompreender objetivo, prazo, orçamento e momento.
EstruturarOrganizar informações, garantias, renda e documentação.
ArticularConversar com a rede e entender o enquadramento possível.
AcompanharExplicar condições, pendências e limites sem prometer aprovação.

O valor está em transformar uma necessidade financeira em um caso compreensível, bem estruturado e acompanhado.

Foco de atuação

Três frentes para dominar com profundidade — sem tentar vender tudo para todo mundo.

Luiz escolheu construir autoridade em Home Equity, capital de giro e consórcio. O produto só entra quando o objetivo, a capacidade de pagamento e o momento do cliente justificam a conversa.

01

Home Equity

Uso de imóvel como garantia para buscar crédito. Pode participar de uma estratégia de investimento, reorganização financeira ou expansão patrimonial, desde que a finalidade e o risco estejam claros.

Pode fazer sentidoQuando existe patrimônio, objetivo definido e necessidade de prazo mais longo.
Precisa ser avaliadoValor do imóvel, renda, CET, custos, prazo e risco de inadimplência.
02

Capital de giro

Recursos para sustentar o caixa, financiar a operação ou aproveitar uma oportunidade. A pergunta central não é apenas quanto a empresa consegue tomar, mas o que o recurso produzirá e como a parcela será paga.

Pode fazer sentidoPara caixa, estoque, expansão, investimento ou oportunidade comercial concreta.
Precisa ser avaliadoFluxo de caixa, endividamento, prazo, retorno esperado e documentos financeiros.
03

Consórcio

Planejamento de aquisição para quem consegue construir uma estratégia de médio ou longo prazo. Consórcio não é crédito imediato e não deve ser vendido como promessa de contemplação rápida.

Pode fazer sentidoPara imóvel, veículo, reforma ou aquisição que aceita planejamento.
Precisa ser avaliadoTaxa de administração, reajustes, lances e regras de contemplação do grupo.

O portfólio é amplo. A indicação não deveria ser genérica.

Depois do diagnóstico, outras possibilidades podem entrar na conversa conforme o perfil e a disponibilidade na rede parceira. A amplitude existe para comparar caminhos — não para transformar a página em catálogo.

Aquisição e patrimônio

Financiamento imobiliário, financiamentos de veículos e outros bens, linhas de crédito e soluções patrimoniais.

Crédito para empresas

Crédito empresarial, antecipação de recebíveis e duplicatas, capital de giro e outros financiamentos empresariais.

Documentação financeira

Luiz ajuda a identificar e organizar o que costuma ser exigido — como DRE, balanço e DFC — com emissão e validação pelo contador responsável.

Como funciona

Uma conversa primeiro. O produto vem depois.

O processo muda conforme o objetivo e o perfil. O que não muda é ter alguém responsável por organizar a conversa, explicar o que está sendo analisado e não desaparecer depois do encaminhamento.

01

Entender o objetivo

Valor, prazo, motivo, orçamento e o que o recurso precisa realizar.

02

Estruturar o caso

Renda, garantias, documentos e composição possível para a análise.

03

Buscar caminhos

Alternativas disponíveis entre instituições e parceiros compatíveis.

04

Explicar e acompanhar

Condições, pendências, limites e próximos passos em cada etapa.

Casos reais

É no caso concreto que o trabalho do Luiz aparece.

Não são histórias de “crédito fácil”. São situações em que entender o objetivo, organizar informações e acompanhar a análise fez diferença para a decisão.

Caso 01

Uma proposta negada precisou ser reconstruída — não apenas reenviada.

Uma operação de refinanciamento com garantia de imóvel havia sido negada pelos parceiros consultados. Luiz retomou a conversa com a mesa e procurou compreender o motivo.

A estrutura foi revista, outra pessoa entrou na composição de renda e o caso foi submetido novamente. A instituição fez uma nova análise, aprovou a operação e liberou o recurso.

O acompanhamento ganha valor quando alguém entende por que o caso não avançou e o que pode ser ajustado de forma legítima.

Caso 02

Patrimônio usado com um objetivo definido de geração de renda.

Em outro atendimento, uma cliente avaliou uma operação de Home Equity para aproveitar uma oportunidade imobiliária abaixo do preço de mercado.

O recurso fazia parte de uma estratégia maior: adquirir um imóvel para locação e preparar uma nova etapa patrimonial voltada à renda. A conversa não começou pela taxa; começou pelo plano.

O valor solicitado não era o centro da decisão. Finalidade, patrimônio, renda e prazo precisavam contar a mesma história.

Casos anonimizados. Resultados anteriores não garantem aprovação em novas propostas. Valores e condições dependem da análise da instituição responsável.

A forma de trabalhar

Transparência não é um adjetivo. É o que Luiz explica mesmo quando isso dificulta a venda.

Explicar custo, condição e riscoTaxa, prazo, parcela, garantia e limitações não podem ser escondidos para acelerar o fechamento.
Não pressionar quando não cabeMuitas objeções podem indicar que o compromisso aperta o orçamento ou que ainda não é o momento.
Usar a rede com critérioComo associado à Franq, Luiz articula o caso com instituições parceiras capazes de analisá-lo.
Manter uma relação de longo prazoUm “não” agora não encerra a conversa. O cliente pode voltar quando o cenário estiver mais preparado.

Sobre Luiz

Uma referência para conversar antes de decidir.

Luiz Márcio atua como Personal Banker associado à Franq. Ele é o ponto de contato entre pessoas ou empresas com uma necessidade financeira e as instituições parceiras que podem analisar aquela demanda.

Seu trabalho está no diagnóstico, na preparação do caso, na busca de alternativas e no acompanhamento. Ele não é banco, não concede crédito diretamente e não promete aprovação.

Luiz escolheu aprofundar-se principalmente em Home Equity, capital de giro e consórcio. As demais soluções aparecem quando a relação com o cliente mostra que existe uma necessidade real.

“O importante é ganhar a confiança do cliente. Quando existe confiança, ele sabe com quem conversar.”
Luiz Márcio

Dúvidas frequentes

Clareza antes de qualquer compromisso.

Luiz aprova ou libera o crédito?

Não. A decisão é da instituição responsável. Luiz organiza, encaminha e acompanha o caso, explicando as etapas e as pendências.

Quanto custa o atendimento?

A forma de remuneração varia conforme a solução e o parceiro. Em algumas operações, a instituição parceira remunera o Personal Banker; em outras, pode existir remuneração vinculada à contratação. Tudo deve ser esclarecido antes de qualquer compromisso.

E se minha proposta já tiver sido negada?

Uma negativa não garante que exista outra solução, mas o caso pode ser analisado para entender o motivo, o momento e se há uma estrutura alternativa legítima.

Preciso saber qual produto quero?

Não. A conversa pode começar pelo objetivo. O produto só entra quando existe contexto suficiente para avaliar sua adequação.

Existe garantia de aprovação ou contemplação?

Não. Aprovação de crédito e regras de contemplação dependem das instituições, administradoras e contratos responsáveis.

Próximo passo

O que você precisa que o dinheiro resolva agora?

Conte o objetivo, o valor aproximado, o prazo e o que já foi tentado. Luiz ajuda a organizar o cenário, explica o que precisa ser preparado e orienta o próximo passo — inclusive quando a melhor decisão for esperar.

Falar com LuizAtendimento pessoal, sem compromisso de contratação.O canal oficial de WhatsApp será inserido nesta página.